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Último Reduto

O pensamento é o meu refúgio, o último reduto daquilo que sou.

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Dia do cão

Os cães resgatados que vivem comigo

Os meus dois cães: Molly e Bolinhas

Estes dois já tiveram a sua dose. Venho por isso apresenta-los aproveitando o facto de ontem ter sido o dia do cão. Não sou grande adepto de dias atirados aleatoriamente para o calendário, no entanto, compreendo a finalidade em sublinhar a importância a que o dia se dedica.

A Molly (à esquerda) terá sido abandonada. Foi resgatada da rua há já uns anos. Tem um rasgo junto ao olho devido a ataques que terá sofrido na rua. Os seus comportamentos são de quem permanecia muito tempo sozinha e de quem esteve a viver num espaço muito reduzido, dando voltas repetidas em círculos. Tem uma tara por reflexos porque provavelmente no local onde viveu ocorriam com frequência reflexos (por exemplo, com a passagem de carros nas proximidades), tornando-se o entretenimento favorito dela. Talvez lhe venha a oferecer uma bola de espelhos.

O Bolinhas (à direita) sofria de maus tractos. Foi resgatado há coisa de três semanas. As moscas acumulavam-se nas poças de sangue das feridas. Falta-lhe parte das orelhas, comidas pelas moscas. Após duas semanas em que lhe tratei das feridas, as mesmas já sararam e estão a fechar. O objectivo do resgate era resolver o problema das feridas e prepará-lo para adopção, mas já não vai sair cá de casa. Resolvi adoptá-lo dada a gratidão que ele tem para comigo.

Estão os dois muito mal habituados com a maior disponibilidade do dono. É só mimo, passeios e comer. Portam-se muito bem em viagem no carro. Com o fim das férias fico menos preocupado com a Molly, que apesar de ter bastante espaço exterior para andar, ficava sozinha enquanto eu me ausentava para trabalhar. Agora ganhou uma nova companhia.